INICIADOS: CIF 0 - Linda-a-Velha 2
Hoje jogou-se a 4ª Jornada do campeonato e mais uma vez um resultado de dois a zero, desta vez a favor do adversário como tinha acontecido na primeira jornada.
A nossa equipa começou com a seguinte formação:
Guarda Redes: Guilherme Afonso;
Defesa: Simão Paiva, André Silva, Jorge Santos e Luís Borges;
Meio-Campo: Ricardo Ramos (C), Miguel Pires e João Reis;
Ataque: Vasco Cabral, Frederico Monteiro e Henrique Delgado.
No Banco ficaram: Tomás Paixão, Gonçalo Poiares e Zé Miguel
As substituições foram as seguintes
- Tomás Paixão entrou para o lugar do Henrique Delgado (40’)
- Zé Miguel entrou para o lugar do Frederico Monteiro (40’)
- Gonçalo Poiares entrou para o lugar do João Reis (50’)
O jogo não foi bonito, foi um futebol mais de luta do que de arte, os nossos jogadores esforçaram-se e deram o litro, o adversário foi mais objectivo, jogou melhor e conseguiu ser mais eficaz. Nada a dizer sobre a justiça do resultado.
Sobre o futebol praticado pela nossa equipa. Existem poucos lances merecedores de destaque, os jogadores lutam, esforçam-se, mas as coisas saem em esforço, aos repelões, sem arte. Ao longo de todo o jogo destacaram-se mais os defesas por alguns cortes in-extremis, e pasme-se que a jogada mais perigosa nasce de um canto e também é protagonizada por um defesa (André Silva) que aparece a cabecear.
O nosso meio campo embrulhou a bola, não jogou no espaço vazio e invariavelmente caímos no jogo corpo a corpo onde os nossos jogadores foram vitimas da sua menor envergadura e da maior impetuosidade (ou querer ?) dos adversários. A bola não circulou e raramente chegou às alas de forma jogável.
Quase sempre se optou mal, mais uma finta, mais um toque e quando damos por isso temos jogadores adversários em cima. Uma equipa que se preze deve ter gosto em trocar a bola, como me dizia hoje um Ciffosi, o sonho de um jogador de meio campo deve ser efectuar o passe a rasgar, a abertura a desmarcação, os nossos rapazes sonharam mais com fintas e toques de habilidade, foram ineficazes.
O nosso ataque como não lhe chegam bolas jogáveis tentam vir buscar jogo atrás e depois juntam-se “no embrulho” e passam a ser muitas pernas e os ressaltos sucedem-se. Compreendo que deve ser uma grande seca estar a ver a bola a ser tão batalhada a meio campo, e torna-se irresistível não ir lá tentar ajudar e ficar com ela para sair a jogar, mas quando fazem isso deixam de poder dar linhas de passe ao nosso meio campo e passam a ser mais um par de pernas onde a bola bate e ressalta.
Não entendam mal todas as observações, a ideia é contribuir para a melhoria no nosso futebol.
PS: Mais uma vez estranha-se a ausência dos jogadores que estão impedidos de jogar. Fazem mesmo parte desta equipa?

